terça-feira, 4 de março de 2008

Solta

Cor, tipos de letra, títulos, cor de títulos, pareço uma criança a quem deram novo brinquedo e que anda a descobri o objecto.
Nunca pensei que esta coisa de escrever uma linhas tivesse este sabor de libertação, na verdade parece que era algo que se impunha, algo a que nunca liguei, neste momento sinto as palavras fluírem por si só sem ter de pensar muito, é uma sensação estranhamente agradável, mais parece um estado de transe consciente.
Parece que só a horas mais tardias sinto que tenho a cabeça suficientemente fraca, diminuta e vazia para mandar deslizar os dedos sobe o teclado escrevendo o que simplesmente se impõem. Paro. Releio. Faz sentido o que escrevi? Não, mas não apago. Porque escrevo para mim. Se alguém ler, "porreiro pah!". Se ninguém ler sempre fico tranquilo e sei que escrevi o que me apeteceu.
Fugir à pressão social do bonito, curtido marado, altamente, brutal e não buscar o que alguém gostaria de ler.
Ou será que assim mesmo me esforcei, numa inconsciência ciente, por escrever algo que gostaria de ler se fosse eu a outra pessoa a ler?

Espero que passe rápido isto de escrever coisas abstractas.
Simplicidade para a mesa 5 por favor! Não quero tornar isto um espaço mais pesado que a sua própria cor.

2 comentários:

Celinha 007 =) disse...

David Pascoal... Meu presidente =P Seria impensável a ideia de teres um blogue, sou-te mt sincera. Mas até tá a ser giro lol Gostei da parte séria da coisa. :P Ah e tal liberto-me e trocó passo. loool Porque o resto já conheço... Alguma coisa é certo, mas conheço. Porque todos aqueles picanços eram porreiros e só mostravam que te curtia :P es um fófinho... Solta o frango sir presidente :P

Beijinho... Ceci :D

Anónimo disse...

Gostei do texto. Simples, Abstracto. Profundo. Estúpido.
Nao sei como consegues....mas ja interiorizei que tens um efeito estranho sobre mim. Ler este teu blogue foi como descobrir metade de ti. É que de cada vez que penso que ja te conheço, que até es capaz de ser normal(!) surgem coisas....destas.... e enfim, confesso que chego a querer odiar-te por aquilo que és e representas! va, odiar tambem nao... tu entendes. Ou nao.
O que é importante reter nesta minha reflexão é que devias arranjar um hobbie para curar esta tua faceta e parares de me assustar com frases bonito/parvas.
.....
decerto, nem era suposto eu ter lido isto e agora estou aqui a escrever barbaridades quase tão barbaras como as tuas.
Bem, porte-se bem(como nunca o fez)